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segunda-feira, 16 de maio de 2016

Michel Temer é o novo Presidente!

A marca do novo governo: ORDEM E PROGRESSO!

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Presidente da Câmara em exercício anula sessão que aprovou autorização para abertura do processo de impeachment de Dilma. Depois voltou atrás! 

Waldir Maranhão, deputado que substituiu Cunha na presidência da Câmara dos Deputados com o afastamento do presidente pelo STF, pregou uma peça nos seus colegas. Maranhão, sem consultar a mesa ou o plenário, revogou por conta de uma conversa com Cardozo, da AGU, a sessão em que foi aprovado o impeachment da presidente Dilma.  Menos de 24 horas depois da confusão que causou, repudiado,
revogou seu ato! E pode ser expulso!


Segundo Maranhão, os partidos não poderiam ter orientado a votação; os deputados não poderiam ter anunciado seus votos previamente; e a defesa da presidente não poderia ter deixado de falar por último.

O Presidente em exercício da Câmara, deputado Waldir Maranhão, do PP-MA, anulou na segunda-feira, dia 9, a sessão que admitiu o processo de impeachment na Casa, no dia 17 de abril. 
O deputado atendeu a um pedido da AGU-Advocacia-Geral da União, apresentado pelo ministro José Eduardo Cardozo, e convocou uma nova sessão que deve acontecer daqui a cinco sessões. O Presidente em exercício acolheu pedido da AGU, que aguardava respostas há dias. 

Cunha podia ter resolvido. Não o fez. Coube a ele", postou no Twitter o deputado Rubens Pereira Jr., vice-líder do PCdoB. Entre os pontos alegados pela AGU estão o de que na votação de impeachment não cabe antecipar votos e nem orientação de bancadas.

Voltando atrás
No dia seguinte, menos de 24 horas depois da sua medida antipática e fora da realidade, Maranhão, em nota à imprensa, anulou a anulação dele mesmo...
Com isso arranjou para si uma série de negativas: pode ser expulso do partido, pode perder o cargo e até o mandato de deputado

Temer é o presidente da República



Depois de muitas especulações, muita conversa jogada fora, tentativas de retardar 
o andamento do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, finalmente os senadores da República terminaram com a agonia que contaminava o povo de um modo geral. Dilma está afastada do cargo de presidente do Brasil por 180 dias e pode não mais retornar ao cargo ao final desse período,quando será conhecido o veredito sobre o seu caso.


Os senadores do PT, partido da presidente, principalmente

Senadores Humberto Costa, Lindiberg Faria, e Gleisi Hoffman

  Humberto Costa, Lindiberg Faria, e Gleisi Hoffman, fizeram o máximo para atrasar os trabalhos no senado, tentando com interrupções consecutivas o andamento do que estava na ordem do dia que era o debate sobre o impedimento da presidente. Foram, por diversas vezes avertidos de que o rito que se seguia era o normal e que todos os recursos e alegações já haviam sido feitos e mostrados os resultados, não cabendo mais
nenhum recurso sobre o assunto.

Senadora Ana Amélia
Finalmente, após mais de hora e meia de interrupção, foi iniciada de fato a sessão, às 11h35m com a palavra inicial da primeira oradora inscrita, senadora Ana Amélia que expôs seu ponto de vista sobre o que está acontecendo e detalhando o que estava sendo julgado que é o crime de responsabilidade praticado pela presidente. A ela seguiram-se outros senadores, quase todos inflamados nas suas conjecturas, principalmente os defensores de Dilma. Houve um intervalo e a volta da sessão foi fora do programado, já mais de 13 horas.
Na segunda parte da sessão continuaram os debates com cada senador tendo 15 minutos para falar. Não foi muito diferente da parte da manhã e os senadores detalharam, de cada lado, as suas razões pelo sim ou pelo não, que durou toda a madrugada. 
A votação terminou por volta das 06h30m de quinta-feira, dia 12 de maio de 2016, com vitória para o impeachment por 55 votos a favor e 22 votos contra, com uma abstenção e sem o voto do presidente.
Eram 10h59m desta quinta-feira, quando o senador Vicentinho Alves (PR-TO), primeiro secretário do Senado, entregou à presidente Dilma Rousseff a notificação de afastamento.(Claudio Vianei)


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Dilma exonera ministros do seu governo
Decretos foram assinados um dia antes da decisão
do afastamento da presidente da República

O "Diário Oficial da União" publicou na manhã da quinta-feira, dia 12 de maio de 2016, a exoneração de 27 ministros do governo Dilma Rousseff.
Ministro José Eduardo Cardozo
Um dia antes de ser afastada do cargo, em votação realizada pelo plenário do Senado, Dilma Rousseff assinou os decretos com as exonerações. A presidente exonerou os ministros de 27 das 32 pastas do governo, incluindo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que foi exonerado do cargo de ministro da Casa Civil, mesmo sem nunca ter tomado posse.
O advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, e a ministra da Agricultura, Kátia Abreu estão entre os ministros exonerados.

Ricardo Leyser, ministro interino dos Esportes, foi exonerado, o que foi uma surpresa, pois, na quarta-feira, dia 11, o ex-ministro Jaques Wagner, da Chefia de Gabinete da Presidência, havia informado que Leyser ficaria no cargo porque é um técnico, que também acumula a secretaria-executiva e tem a responsabilidade de coordenar, pelo governo federal, a organização dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

Como era esperado, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, que tem status de ministro, não foi exonerado. O argumento é que a saída de Tombini deixaria o banco sem comando, e o vice-presidente Michel Temer não teria como reconduzi-lo automaticamente.
O nome de presidente do BC é uma escolha do presidente da República, mas precisa ser aprovado pelo Senado para tomar posse. Ou seja, se Tombini saísse com todos os demais ministros de Dilma, o BC ficaria sem seu cabeça, sem comando.


Aqui os ministros exonerados dos seus cargos por Dilma Rousseff:

- José Aldo Rebelo Figueiredo, do cargo de ministro da Defesa; Aloizio Mercadante Oliva do cargo de ministro da Educação; Nélson Henrique Barbosa Filho, do cargo de ministro da Fazenda; Josélio de Andrade Moura, da interinidade no cargo de ministro da Integração Nacional; Eugênio José Guilherme de Aragão, do cargo de ministro da Justiça; Inês da Silva Magalhães, do cargo de ministra das Cidades; André Peixoto Figueiredo Lima, do cargo de ministro das Comunicações; Nilma Lino Gomes, do cargo de ministra das Mulheres, da Igualdade Racial, da Juventude e dos Direitos Humanos; Mauro Luiz Lecker Vieira, do cargo de ministro das Relações Exteriores; Marco Antônio Martins Almeida, do cargo de ministro de Minas e Energia; Patrus Ananias de Sousa, do cargo de ministro do Desenvolvimento Agrário; Tereza Helena Gabrielli Barreto Campello, do cargo de ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome; Ricardo Leyser Gonçalves, da interinidade no cargo de ministro do Esporte; Izabella Mônica Vieira Teixeira, do cargo de ministra do Meio Ambiente; Valdir Moysés Simão, do cargo de ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão; Miguel Soldatelli Rosseto, do cargo de ministro do Trabalho e Previdência Social; Alessandro Golombiewski, Teixeira do cargo de ministro do Turismo; Antônio Carlos Rodrigues, do cargo de ministro dos Transportes. (Agência Brasil)



Fechamento de estradas pelo país
Logo após a divulgação da aprovação pelo senado do afastamento da presidente, estradas por todo o Brasil foram fechadas por simpatizantes do PT, Dila e Lula, numa ação combinada através de comunicado feito pela internet para todas as facções da CUT, MTS, MTST, MST e outros ditos ''movimentos sociais"  mantidos pelo governo petista,
Foram fechadas várias rodovias e em nossa região a BR-116, foi fechada em Realeza, distrito de Manhuaçu e só foi liberada com a ação da PM que afastou os manifestantes. 

Manifestantes bloquearam a BR 116 em Realeza (Fotos Portal Caparaó)


Humor!
Como não podia deixar de ser os chargistas se fartaram de situações engraçadas e críticas ao governo de Dilma e, ao mesmo tempo, criticar seu padrinho, o ex-presidente Lula...
Veja algumas dessas críticas bem humoradas...




O responsável pelo bom andamento do processo
contra Dilma até o final. Mas, quem é ele?

A marca do novo governo: ORDEM E PROGRESSO

Mas, quem é Michel Temer?
Segue uma parte da história política de
Michel Temer, o novo presidente do Brasil.

Michel Temer e esposa
1. Temer é descendente de libaneses.
O agora presidente do Brasil, Michel Temer, nasceu na zona rural de Tietê,
em São Paulo.
2. Quando cursava o colegial, Temer ficou em recuperação em química e física
3. Ele se mudou para São Paulo aos 16 anos, onde terminou o colegial em um curso com ênfase em letras e ciências humanas
4. Depois disso, Temer cursou Direito na USP
5. Ele ingressou na vida “política” ao fazer parte do Centro Acadêmico (CA) de seu curso universitário
6. Em 1962, Michel Temer focou nos estudos e não tomou partido quando o golpe militar depôs o presidente João Goulart dois anos depois
7. Ele passou a atuar como advogado e professor de Direito na PUC-SP
8. Em 1982, lançou um livro usado até hoje nas universidades: “Elementos de Direito Constitucional”, que já vendeu 240 mil cópias
9. Ainda em 1982, Michel Temer assumiu seu primeiro cargo público: o de Procurador-Geral do Estado de São Paulo
10. O segundo cargo veio meses depois, ao assumir a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP)

11. Sua primeira eleição foi em 1986, para o cargo de deputado federal, na qual recebeu 43 mil votos
12. No cargo, ele votou contra projetos como a reforma agrária e a redução da idade mínima para votar
13. Michel Temer ajudou a regularizar o juizado das pequenas causas
14. Na segunda eleição, em 1990, também a deputado federal, recebeu 30 mil votos
15. Assumiu de novo a SSP-SP em 1992, apenas uma semana após o massacre de presos no Carandiru

16. Continuou como deputado federal nas 3 eleições seguintes: 1994, 1998 e 2002
17. Durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, em 1997, Temer foi eleito presidente da Câmara dos Deputados
18. Em uma das raras discussões públicas, Temer foi chamado de “mordomo de filme de terror” por Antônio Carlos Magalhães
19. Em 2001, Michel Temer virou presidente do seu partido, o PMDB, que é o maior do Brasil
20. Na primeira eleição que coroou Lula presidente, Michel Temer fazia oposição

21. Temer só se aproximou do governo Lula em 2006, após o escândalo do mensalão, que negociava ilegalmente votos no Congresso
22. Ainda em 2009, Michel Temer foi citado na Operação Castelo de Areia
23. Recentemente, o nome de Temer foi citado pelo senador Delcídio do Amaral (ex-PT) na Operação Lava Jato
24. Em 2010, foi chamado pelo PT para ser vice na campanha de Dilma Rousseff
25. Na maior parte do tempo que esteve como vice de Dilma, manteve-se discreto e apagado

26. Paralelamente a tudo isso, Michel Temer é integrante da maçonaria
27. Em 2013, Temer articulou a eleição de Eduardo Cunha (PMDB) para a presidência da Câmara dos Deputados, que acabou no colo de Henrique Eduardo Alves, do mesmo partido
28. Nesse mesmo ano, o então vice-presidente disse que uma Assembleia Constituinte exclusiva para uma reforma política era algo inviável
29. A afinidade entre ambos se manteve corroída até 2014, quando novamente formaram uma aliança que venceu a disputa presidencial do Brasil
30. A relação voltou a se desgastar quando a ideia do impeachment de Dilma Rousseff começou a ganhar força...    (Fonte: site Mega Curioso)